Pílula Anticoncepcional Pode Causar Trombose?​

O medo de ter trombose por usar anticoncepcional oral  faz com que muitas mulheres se preocupem quanto ao tipo de pílula usado e até busquem ou

tros métodos contraceptivos, ou ainda em algumas vezes simplesmente parem de usar. Porém, o assunto ainda é envolto em detalhes e dúvidas que devem ser esclarecidas para prevenir o problema.

As pílulas são constituídas de hormônios sexuais femininos que possuem não só a capacidade de inibir a ovulação, mas também a de induzir alterações no sistema de coagulação do sangue.  Existem algumas teorias relacionadas ao aumento de substâncias que favorecem a coagulação e que podem promover a trombose. Estudos apontam a teoria de que esse contraceptivo causa resistência à algumas proteínas, que são anticoagulantes naturais do organismo. Com isso, o sistema circulatório fica desequilibrado e mais propício a criar coágulos e, consequentemente, eventos relacionados à trombose.

Até hoje, não há comprovação do real motivo da relação entre anticoncepcional e risco de trombose. Estudos apontam a teoria de que esse contraceptivo causa resistência às proteínas C-reativas, que são anticoagulantes naturais do organismo. Com isso, o sistema circulatório fica desequilibrado e mais propício a criar coágulos e, consequentemente, eventos relacionados à trombose.

Sabemos hoje que a chance de trombose em mulheres que usam ACHO é de 1-3 em cada 10.000 mulheres e que o risco de trombose em mulheres que usam anticoncepcionais pode ser 3 a 6x maior do que em mulheres que não usam o medicamento.

No entanto, nem todas as fórmulas são tão perigosas, sendo que as pílulas combinadas com estrogênio em todas mais elevadas são as que estão mais relacionadas ao aumento de acometimentos vasculares e ainda que há outros fatores que podem aumentar ainda mais essa incidência.

Um dos principais fatores para repensar o uso do anticoncepcional é a presença do histórico de doenças circulatórias e cardiovasculares na família. A manifestação de trombofilia genética também é um motivo para considerar outros métodos contraceptivos. Ainda, obesidade, diabetes, hipertensão e idade maior de 35 anos são outros fatores de risco.

Nesses casos em que é preciso ter cuidado, o ideal é realizar uma avaliação minuciosa dos fatores de risco e da real necessidade do uso desses medicamentos, e por isso é importante a avaliação com seu ginecologista.

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